segunda-feira, 21 de setembro de 2015

BARAFUNDA DA PERTURBAÇÃO URBANA IV


Sob a ótica da Fuji, minha nova companheira de aventuras fotográficas, oriunda das longínquas regiões nipônicas, faço registros urbanos instigantes, presentes e inquietos. Fotografo as cidades e suas entranhas venenosas, seus céus riscados de contrails, as favelas e seus mandamentos. Gosto do arranjo barafundo, da geometria dissimétrica, da rua sobre a rua, do fio que energiza o lar. Tendo ao meu testemunho o cidadão urgente, a metrópole crescente e o expectador convergente, sigo descobrindo os nós que amarram nossa Belo Horizonte, afim de desatá-los em grandes imagens.

- Charles Tôrres

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