terça-feira, 9 de setembro de 2014

LOMOGRAFANDO


Bom, particularmente não sou muito fã de lomografia... porém, dentre umas brincadeiras e testes que fiz com a pequena Lomo Fisheye 2, nova câmera do museu fotográfico do Estúdio Metrópole, gostei do resultado da fotografia acima, que passa a impressão de ter sido feita através da lente do olho mágico da porta de uma residência. Pra quem não conhece, lomografia é uma técnica fotográfica extremamente simplificada, e consiste na utilização de câmeras simplórias, desprovidas de recursos manuais, usadas apenas para um registro despretensioso do cotidiano e suas espontaneidades. A febre lomográfica começou com a produção da câmera Lomo, modelo concebido na extinta URSS no final da década de 80. De um modo geral, a lomografia é um movimento fotográfico que utiliza câmeras automáticas de baixo custo, tendo como princípio a portabilidade e a filosofia de que o lomógrafo sempre anda com a câmera, utilizando ela o dia todo e todo dia. Vale ressaltar que as lomos são câmeras de filme, portanto, mesmo sendo baratas, não é um hobby muito acessível de se manter. Não gosto muito de lomografia por notar bastante imperfeição nas fotografias produzidas com as câmeras Lomo, já que suas lentes são feitas de plástico. Porém, não poderia deixar de testá-la, já que agora temos uma em nosso acervo. Constatei, obviamente, que a foto não tem qualidade alguma pra impressão, mas para visualização virtual ficou até bacana. Eis o resultado!

Tenham uma ótima noite.

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