quinta-feira, 8 de setembro de 2016

CITY JAZZ


A noite belo-horizontina depois de um feriado é mais silenciosa. É mais pão de queijo que pimenta. Mais Floresta que Santa Tereza. Mais caldo de mandioca que feijoada. Mais café que cachaça. Mais Netflix que Belas Artes. Mais Woody Allen que Tarantino. Mais Tom Jobim que Sade. Mais lounge que jazz. Mais pantalona que jardineira. Mas não deixa de ser elegante e charmosa, com esguiez e discrição, no aquecimento para se esbanjar na promissora sexta-feira seguinte.

Charles Tôrres • Belo Horizonte, Brasil • 2016

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